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sábado, 28 de setembro de 2024

O KKE sobre os novos ataques de Israel ao Líbano



Devemos intensificar a luta contra os crimes do estado israelense e as políticas dos EUA - OTAN - UE que os apoiam

25.09.2024

O Gabinete de Imprensa do CC do Partido Comunista da Grécia (KKE) emitiu a seguinte declaração sobre os novos ataques de Israel contra o Líbano:

“O KKE apela ao povo para condenar em massa os novos crimes cometidos pelo estado terrorista de Israel no Líbano, que até agora levaram a centenas de mortos e milhares de feridos. Os ataques no Líbano, juntamente com as operações em andamento em Gaza e na Cisjordânia na Palestina, representam uma escalada de dimensões imprevisíveis da guerra no Oriente Médio, na qual os povos serão as vítimas.

Os pretextos de "legítima defesa", que são usados ​​para justificar novos crimes, há muito ruíram, revelando os planos de Israel, com o apoio dos EUA-OTAN-UE, de consolidar sua dominação imperialista às custas dos povos da região, usando todos os meios, como o bombardeio de civis, ataques terroristas, a ocupação de territórios estrangeiros e, claro, o genocídio contra o povo palestino.

O governo grego da Nova Democracia carrega enormes responsabilidades, porque desde o primeiro momento assumiu o papel de advogado de Israel, dando total apoio político e militar aos seus crimes. Ao fazer isso, arrastou o país para uma guerra perigosa em nossa vizinhança que pode escalar a qualquer momento. Os outros partidos euro-atlânticos também são responsáveis ​​por limpar a política de Israel, seja adotando os pretextos israelenses, ficando em silêncio ou mantendo uma distância igual e igualando o perpetrador à vítima.

Mais do que nunca, temos que intensificar a luta contra os crimes do estado israelense e a política EUA-OTAN-UE que os apoia. Expressar solidariedade com os povos que derramaram seu sangue por causa dos planos imperialistas. Intensificar a demanda pelo desligamento da Grécia da guerra imperialista e o fim de toda cooperação política, econômica e militar com Israel”.


Fonte: https://inter.kke.gr/en/articles/THE-KKE-ON-ISRAELS-NEW-ATTACKS-ON-LEBANON/

Edição: Página 1917



sexta-feira, 27 de setembro de 2024

Horário de verão é mais sacrifício para o proletariado

Em 2018 publicamos o artigo que reproduzimos abaixo, destacando o sacrifício e os riscos do horário de verão para a grande maioria dos trabalhadores brasileiros. No ano seguinte, o governo "Bostanaro" decretou o fim do horário de verão, na que seria, segundo nosso ponto de vista, a única medida acertada dos quatro anos do seu mandato desastroso.

Na época um estudo do ministério das minas e energia indicava um aumento de 0,7% na carga de energia no Brasil durante o horário de verão entre 2018 e 2019. Ao mesmo tempo, pesquisa conduzida pelo Paraná Pesquisas, mostrou que 53,7% da população queria o fim do horário de verão; 38,4% apoiavam a manutenção; e 7,9% não souberam ou quiseram opinar. Foram consultadas 2.804 brasileiros com mais de 16 anos.

Agora estão querendo ressuscitar o finado horário de verão, apesar de não haver nenhum estudo sobre a real economia energética com sua adoção, ou sobre o impacto na saúde da população. Muito menos levam em conta os prejuízos e riscos da grande massa de trabalhadores que levanta na madrugada para chegar aos seus locais de trabalho. O que levam em conta são as pressões dos setores empresariais que se beneficiam, a exemplo do turismo e bares, ou são prejudicados, como o setor do transporte aéreo.

Se este governo restaurar o horário de verão, será mais uma das suas covardias contra o proletariado. 


domingo, 4 de novembro de 2018

Abaixo o Horário de Verão


Ney Nunes
Trabalhadores a espera do ônibus na madrugada.
   Que me desculpem os adoradores do horário de verão, mas não consigo simpatizar com algo que sacrifica os que pegam na labuta mais cedo e, na sua maioria, moram longe dos seus locais de trabalho.
   Se acordavam três e meia ou quatro da madrugada, após a entrada em vigor do novo horário, passam a levantar antes das três da matina. Começam sua jornada enfrentando ruas escuras, desertas e perigosas até pegar a sua primeira condução.
    Esse pessoal é o tal do proletariado, simpatizo com eles.

   Abaixo o horário de verão!


segunda-feira, 23 de setembro de 2024

Líbano é nova vítima dos genocidas

Israel e seus cúmplices ampliam o genocídio.

Editorial



Bombardeio no sul do Líbano - Foto: Mahmoud Zayyat / AFP


    Hoje Israel intensificou os bombardeios no Líbano, deixando, até o momento, um saldo de 356 mortos e mais de 1.000 feridos, em sua maioria população civil, incluindo um grande número de mulheres, crianças e idosos. Essa iniciativa israelense, de expandir para o Líbano o genocídio e destruição que pratica na Palestina, não poderia ser tomada sem o aval político e militar dos seus cúmplices da Europa e Estados Unidos da América.

    O apoio explícito e o silêncio cúmplice são o combustível que o Estado sionista necessita para prosseguir com a carnificina contra seus vizinhos no Oriente Médio. Os governos, instituições e partidos, ao não se posicionarem de forma clara e prática contra o terrorismo de Estado israelense, estão colaborando para que o massacre das populações e a destruição das suas cidades continue acontecendo.

domingo, 15 de setembro de 2024

Exportação de petróleo cru é recorde, Lula conduz o Brasil na rota colonial pavimentada por Temer e Bolsonaro

Felipe Coutinho

Engenheiro químico e presidente da Associação dos Engenheiros da Petrobrás (AEPET)

 04/09/2023

Nenhum país continental e populoso como o Brasil se desenvolveu exportando petróleo cru e produtos primários, muito menos por multinacionais estrangeiras.



A aceleração dos leilões para exploração e produção do petróleo nos governos Temer e Bolsonaro, assim como a continuidade, com Lula, das políticas de preços relativamente altos dos combustíveis, de baixo investimento e alta distribuição de dividendos da Petrobrás, da baixa, provisória e já extinta taxação da exportação de petróleo cru e a não reversão das privatizações de refinarias e da distribuidora de combustíveis da estatal, são responsáveis pelo recorde da exportação de petróleo cru e importação de seus derivados para o Brasil. Trata-se de relação internacional do tipo colonial, onde se exporta produtos primários e importa produtos industrializados de maior valor agregado.

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