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domingo, 20 de setembro de 2026

Mais evidente do que nunca

Publicado em “Rizospastis”, órgão do CC do Partido Comunista da Grécia (KKE), em 18/09/2026


As operações militares e a expansão dos campos de batalha são mais visíveis do que nunca, da Ucrânia e do Mar Negro ao Irã, Golfo Pérsico, Iêmen, Líbano e Síria. Isso constitui prova irrefutável da escalada da guerra imperialista.

Não há dois dias iguais no campo de batalha. A guerra está se espalhando, às vezes lentamente, às vezes mais rapidamente. Aqui estão apenas alguns exemplos de acontecimentos recentes...

No conflito entre a OTAN e a Rússia na Ucrânia, os dois lados estão trocando ataques com mísseis e veículos não tripulados em território inimigo, bem como no Mar Negro.

sábado, 19 de setembro de 2026

Boicotar as eleições da república burguesa corrupta e antidemocrática!

CCP - Coletivo Comunista Proletário
15/09/2026

Há muito tempo vem crescendo em amplos setores populares um sentimento de desprezo e mesmo de ódio contra as instituições da república burguesa e suas eleições. Sentimentos mais do que justificáveis face aos ataques e injustiças cometidas por essa república carcomida, que outra coisa não faz do que defender e perpetuar os interesses de classe dos exploradores em nosso país, resultando na piora contínua das condições de vida do povo. Não por acaso, a abstenção e o voto nulo crescem a cada eleição.

Governo, congresso e judiciário são os  denominados "três poderes" da democracia burguesa, são eles os responsáveis pelas medidas prejudiciais aos trabalhadores e, portanto, em favor da burguesia. Mais recentemente, foi o que ocorreu com as reformas da previdência e trabalhista, onde todas essas instituições estiveram envolvidas no sentido de fazer passar goela abaixo do povo a perda de direitos duramente conquistados, intensificando, a super exploração da classe trabalhadora.

sexta-feira, 18 de setembro de 2026

A ofensiva imperialista de Trump na América Latina (Parte 1)

Coletivo Cem Flores
14/09/26



Os subservientes lambe-botas representantes políticos das burguesias vassalas da América Latina assistem o representante da burguesia imperialista dos EUA assinar seu novo pacto colonial (de novo tipo). Na foto: Irfaan Ali (Guiana), Bukele (El Salvador), Bessent (Secretário do Tesouro dos EUA), Abinader (República Dominicana), Kast (Chile), Persad-Bissessar (Trinidad e Tobago), Hegseth (Secretário da Guerra dos EUA), Mulino (Panamá), Trump (EUA), Milei (Argentina), Peña (Paraguai), Paz (Bolívia), Chaves (Costa Rica). Ficaram fora da foto, mas estavam presentes nessa vassalagem, Noboa (Equador) e Asfura (Honduras).

O sistema imperialista mundial é constituído por um complexo e contraditório conjunto de tendências e contra-tendências, com violentas disputas (econômicas, ideológicas, políticas e militares) por hegemonia entre as potências imperialistas, concorrência entre os grandes monopólios transnacionais e dominação sobre a absoluta maioria dos países. O atual e prologado cenário de crise do imperialismo agrava ainda mais essas contradições, com impactos diferenciados da crise nas distintas potências imperialistas e nos países dominados. Tendo como pano de fundo essa crise, desdobra-se a principal contradição interimperialista dos nossos tempos, a que opõe os EUA, a principal potência imperialista mundial, porém em declínio relativo, à China, potência imperialista ascendente, que desafia a hegemonia dos EUA em todos os terrenos.

Ao declínio relativo dos EUA no sistema imperialista mundial corresponde uma (desesperada) ofensiva dos seus monopólios e do seu estado e governos para manter/retomar sua hegemonia. Essa ofensiva se radicaliza e se torna mais autoritária e agressiva com a ausência de evidências do alcance dos seus objetivos. Os EUA lideram globalmente o processo no qual o imperialismo recorre a políticas internas e externas de extrema-direita, cada vez mais repressivas e violentas – sobretudo contra as classes trabalhadoras de seus próprios países e as dos demais países dominados. De forma crescente, e novamente, o imperialismo adota o fascismo como sua política.

quinta-feira, 17 de setembro de 2026

Rússia: comunistas contra a guerra imperialista




As eleições para a Duma Estatal ocorrerão em breve, de 18 a 20 de setembro. As autoridades, a serviço da oligarquia capitalista, estão fazendo de tudo para transformar isso em um referendo que apoie a continuação da guerra imperialista na Ucrânia. Apesar das dificuldades e da repressão, os comunistas se recusam a desistir e estão agindo para combater as políticas anti-operárias e nacionalistas das autoridades. Nos solidarizamos com nossos camaradas comunistas russos da OK (Organização Comunista). Publicamos a análise deles sobre a situação e expressamos nosso apoio internacionalista: Abaixo a guerra imperialista!

 Partido Comunista Revolucionário (França)

 


Declaração da Organização dos Comunistas Russos
de 10 de setembro sobre as eleições

De 18 a 20 de setembro de 2026, a Rússia realizará eleições para a Duma Estatal, a câmara baixa do Parlamento. A mídia estatal as apresenta como o evento político mais importante do ano. Diversos grupos, partidos e movimentos — tanto os que se declaram de esquerda quanto os comunistas — reagem de maneiras diferentes a essas eleições. Alguns defendem o voto nos candidatos comunistas oficiais, enquanto outros convocam um voto de protesto. No entanto, a grande maioria dos trabalhadores se mostra apática ou cética em relação a essas eleições. Analisando a situação da economia e da sociedade russa, a Organização dos Comunistas observa o seguinte: ao longo de 2026, a economia russa se deteriora em ritmo acelerado. O principal motivo é o crescente impacto da guerra. O déficit orçamentário federal para 2026 foi estimado em 3,786 trilhões de rublos (1,6% do PIB), mas em julho daquele ano já havia atingido 6,455 trilhões de rublos (2,8% do PIB). O Banco Central reduziu sua previsão de crescimento do PIB para 2026 para uma faixa entre 0,0% e 1,0%.

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