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| Prisioneiros soviéticos em Mauthausen. |
Notícias e análises sobre temas históricos e da atualidade, abordando história, economia, política e relações internacionais a partir da perspectiva marxista-leninista e das lutas dos trabalhadores contra a exploração capitalista.
terça-feira, 29 de dezembro de 2020
Francisco Boix, Um Fotógrafo no Inferno
Os Abutres Querem Raspar o Fundo do Prato!
Ney Nunes
Com as velhas mentiras deslavadas da “atração de investimentos” e “geração de milhares de empregos”, o principal órgão de comunicação da burguesia prepara o bote final sobre a Cedae. Essas falácias foram as mesmas que eles difundiram à exaustão quando das privatizações das Barcas, Metrô, Trens, Light e CSN. Todas elas contribuíram fortemente para a decadência econômico-social que vivemos na atualidade em nosso estado.
O controle direto dos capitalistas sobre serviços monopolizados e essenciais para a população, antes sob controle do Estado, aprofunda os mecanismos de exploração e leva a deterioração da qualidade desses serviços. O que não significa que sob a gestão do estado burguês estes serviços sejam administrados com eficiência e no interesse público. Mas quando diretamente em mãos dos capitalistas, a experiência demonstra que só pioram e encarecem. A única meta passa a ser o aumento dos lucros, não importando que para isso a população seja espoliada através de tarifas elevadas. Nem mesmo o planejamento e investimentos necessários a modernização e ampliação dos serviços são feitos, os maiores exemplos são a Supervia e o Metrô: atrasos, superlotação e tarifas nas alturas.
Depois de terem arrasado o sistema de saúde com privatizações e terceirizações, chegou a vez de se apossarem dos serviços de fornecimento de água e tratamento de esgoto, essênciais também para saúde da população. Como ficou comprovado pelas privatizações anteriores, não virão investimentos e nem empregos, pelo contrário, o desemprego e a miséria vão continuar se agravando. Isso demonstra o quanto é nociva a dinâmica capitalista e como é necessário e urgente a construção de um forte movimento dos trabalhadores e demais camadas populares para extirpar esse sistema que está nos empurrando, cada vez mais, em direção à barbárie.





