A Batalha de Stalingrado foi um dos grande combates travados entre a Wehrmacht (o exército da Alemanha Nazista) e seus aliados do Eixo contra as tropas da União Soviética. O confronto se deu pela posse da cidade de Stalingrado (atual Volgogrado), às margens do rio Volga, entre 23 de agosto de 1942 e 2 de fevereiro de 1943, durante a Segunda Guerra Mundial. A partir dela acontece a virada da guerra na Frente Oriental, marcando o limite da expansão alemã no território soviético e a marcha do Exército Vermelho até a vitória definitiva em Berlim.
Notícias e análises sobre temas históricos e da atualidade, abordando história, economia, política e relações internacionais a partir da perspectiva marxista-leninista e das lutas dos trabalhadores contra a exploração capitalista.
quarta-feira, 31 de janeiro de 2024
sábado, 27 de janeiro de 2024
O Rompimento do Cerco de Leningrado
sexta-feira, 26 de janeiro de 2024
O que é Hegemonia do Proletariado? *
Francisco Martins Rodrigues
25/10/1982
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quarta-feira, 24 de janeiro de 2024
Que Tipo de Partido Queremos Construir?'
Reproduzimos abaixo artigo de Ivan Pinheiro publicado na Tribuna de Debates Preparatória do XVII Congresso Extraordinário do PCB-RR (Partido Comunista Brasileiro - Reconstrução Revolucionária). Nosso entendimento é que o presente artigo se reveste de suma importância, não só para os debates internos da organização que está se formando a partir do racha ocorrido no PCB ano passado, mas indica, para o conjunto de organizações e militantes que se reivindicam comunistas, os perigos existentes nas armadilhas colocadas pela democracia burguesa. Armadilhas que se mostram como atalhos sedutores, mas, na verdade, desembocam num velho conhecido nosso: o oportunismo eleitoral, desvio que reforça as ilusões com a democracia burguesa e nas reformas visando dourar a pílula do capitalismo. (nota do editor)
21/01/2024
Camaradas,
Em circular no início deste mês, o Comitê Nacional Provisório (CNP) do PCB-RR divulgou sua decisão de abrir um debate interno entre a militância, durante o presente mês de janeiro, especificamente sobre questões ligadas à nossa política eleitoral, em razão de seus membros não terem chegado a um consenso em torno de um aspecto deste tema, a chamada “filiação democrática”, e da urgência de decidirmos a respeito. Isso me levou a tratar do tema eleitoral logo na minha primeira tribuna ao nosso Congresso.
A antecipação desta decisão (que será adotada pelo CNP em sua reunião já convocada para os dias 3 e 4 de fevereiro) se deve ao fato de que só poderão ser candidatos às eleições municipais de 6 de outubro deste ano aqueles que estiverem regularmente filiados aos partidos pelo quais concorrerão ao pleito, no mínimo 6 (seis) meses antes do primeiro turno, ou seja, até 6 de abril.
Como a etapa nacional do nosso Congresso se dará entre 30 de maio e 1º de junho, esta decisão tem que ser adotada antes de sua realização e com necessária antecedência porque, na hipótese de o CNP decidir por este tipo de filiação para fins eleitorais, sua efetivação não dependeria apenas da nossa vontade, mas também da concordância do partido ao qual solicitaríamos o registro cartorial de camaradas nossos como seus filiados. No caso da aceitação de nossa proposta, seguiriam-se os naturais entendimentos e acordos políticos entre as direções nacionais dos dois partidos.
O ideal seria decidirmos todos os aspectos da nossa política eleitoral com base nas conclusões a que viermos a chegar no Congresso sobre seus temas fundamentais, como o programa, o caráter do partido e de sua reconstrução revolucionária, a conjuntura nacional e internacional, a tática e a estratégia e, só então, a política de alianças e as eleições. Não por acaso, na cronologia lógica das nossas Teses congressuais a questão eleitoral está obviamente colocada após esses e outros temas prioritários.


