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segunda-feira, 28 de setembro de 2026

Atualmente, existem mais de 55 zonas de guerra ativas em todo o mundo, o maior número desde a Segunda Guerra Mundial.

Nikos Ambatielos, membro do Conselho Executivo do Comitê Central do KKE

Em 25 de setembro de 2026, as delegações internacionais participantes do 52º Festival KNE-“Odigitis” visitaram a sede do KKE. Durante a visita, Nikos Ambatielos, membro do Conselho Executivo do Comitê Central do KKE, fez um discurso de abertura no qual mencionou o seguinte:

Camaradas,

Sob o lema “ Um KKE poderoso, firme em todas as provações, pronto para atender ao chamado da história pelo socialismo!” , nosso Partido concluiu com sucesso seu 22º Congresso há alguns meses. Hoje, estamos em um período em que intensificamos nossos esforços para alinhar as ações e o funcionamento do Partido com seus objetivos revolucionários, seu Programa e Estatutos, e com a luta para mobilizar e preparar as forças da classe trabalhadora e do povo para a derrubada do sistema capitalista.

De forma geral, consideramos que a capacidade e a preparação do nosso Partido dizem respeito não apenas à prontidão estratégica e programática correspondente, mas também à sua política e ação organizacional atuais, nas condições de hoje, em uma unidade ininterrupta.

Afinal, mesmo em uma situação não revolucionária como a atual, devemos realizar um trabalho preparatório revolucionário com uma perspectiva de longo prazo.

Estamos lutando para persuadir cada vez mais trabalhadores – homens e mulheres, dos setores público e privado – assim como as camadas populares em geral, a romperem de vez com a ideologia burguesa e todas as suas variantes (liberal, social-democrata, etc.), o oportunismo e todos os partidos burgueses, qualquer que seja a sua aparência; e a consolidar e fortalecer, com todas as suas forças, as lutas, as reivindicações, as greves, as manifestações e o movimento revolucionário. Nesse esforço, não poupamos esforços, nem impomos limites à nossa contribuição, organizando uma preparação persistente e de longo prazo.

É crucial perceber exatamente em que fase nos encontramos agora que já se passaram os primeiros vinte e cinco anos do século XXI.

quarta-feira, 23 de setembro de 2026

O enclave colonial extrativista dos EUA na Venezuela

Gustavo Márquez Marín *

23/09/2026

A vassala Delci Rodrigues em reunião com seu Senhor.


"O que o imperialismo do século XXI busca não é necessariamente a anexação territorial permanente, mas a abertura de novos campos para a acumulação por meio da desapropriação [...] Isso implica em privatizações forçadas, a apropriação de bens comuns e recursos naturais, e a criação de regimes de direitos de propriedade que permitam ao capital transnacional extrair rendas sem as restrições da soberania local."

David Harvey , O Novo Imperialismo (2003, Capítulo 4)


O território nacional não é simplesmente um mapa ou um contorno; é o controle efetivo dos recursos naturais e a capacidade soberana de decidir sobre a vida e o futuro de seus habitantes. Quando um Estado cede o controle real sobre seus recursos não renováveis ​​a potências estrangeiras e corporações transnacionais, ocorre nada menos que uma desterritorialização de fato : o espaço físico permanece formalmente dentro das fronteiras mapeadas do país, mas a gestão, o valor econômico e o destino de sua riqueza ficam sujeitos a prioridades, interesses e lógicas que fogem ao controle da nação.

Para decifrar o que o Acordo Bilateral de Energia entre Venezuela e EUA (AE), os Contratos de Participação Produtiva em Hidrocarbonetos (CPPH) e a reforma da Lei de Hidrocarbonetos Orgânicos de 2026 realmente significam para a Venezuela, basta examinar os elementos-chave que revelam a transformação do país em um enclave petrolífero subordinado aos Estados Unidos.

terça-feira, 22 de setembro de 2026

A ofensiva imperialista de Trump na América Latina (Parte 2)

Cem Flores
17.09.2026


Fotos das manifestações da extrema-direita entreguista bolsonarista no dia da independência do Brasil, em São Paulo, em 7 de setembro de 2025 (esquerda) e 2026 (direita). A existência e o fortalecimento de governos vassalos ao imperialismo dos EUA na América Latina também fazem parte da ofensiva imperialista de Trump na região.

 

A ofensiva imperialista de Trump 2 na América Latina é ampla, múltipla, direta e explícita, atropelando qualquer princípio da diplomacia ou norma internacional e deixando de lado os hipócritas floreios retóricos liberais. Composta por diversas e sucessivas ameaças, chantagens, campanhas ideológicas, intervenções e ações nos âmbitos militar, econômico-financeiro e político, essa ofensiva visa, de forma abertamente declarada, expandir ainda mais o poder e a influência dessa potência imperialista e de seus capitais em todo o continente.

Dobrar todas as nações da América Latina aos pés dos EUA e seus atuais interesses, com o apoio interno das classes dominantes desses países dominados e de governos submissos e alinhados política e ideologicamente ao trumpismo, eis o objetivo maior do imperialismo dos EUA nesse novo round de competição interimperialista com a China na região.

Logo no início desse segundo governo, a postura de Trump sobre o canal do Panamá demonstrou de forma cristalina sua política para o continente. O canal é uma hidrovia de 82 quilômetros que liga os oceanos Pacífico e Atlântico, trajeto comercial estratégico para o mundo. Durante quase um século, ele foi controlado diretamente pelos EUA. Desde os anos 2000, a China vinha ampliando sua presença no canal. Assim que retornou ao poder, Trump afirmou que “a China está operando o Canal do Panamá, e nós não o demos à China. Nós o demos ao Panamá, e vamos tomá-lo de volta”. Em poucos meses, por meio de pressões e ameaças, os EUA enquadraram o governo do Panamá, que cancelou acordos com a China e permitiu o reforço da presença militar ianque no canal e condições mais proveitosas para os seus capitais monopolistas – o que tem sido revidado pelo imperialismo chinês.

domingo, 20 de setembro de 2026

Mais evidente do que nunca




Publicado em “Rizospastis”, órgão do CC do Partido Comunista da Grécia (KKE), em 18/09/2026

As operações militares e a expansão dos campos de batalha são mais visíveis do que nunca, da Ucrânia e do Mar Negro ao Irã, Golfo Pérsico, Iêmen, Líbano e Síria. Isso constitui prova irrefutável da escalada da guerra imperialista.

Não há dois dias iguais no campo de batalha. A guerra está se espalhando, às vezes lentamente, às vezes mais rapidamente. Aqui estão apenas alguns exemplos de acontecimentos recentes...

No conflito entre a OTAN e a Rússia na Ucrânia, os dois lados estão trocando ataques com mísseis e veículos não tripulados em território inimigo, bem como no Mar Negro.

sábado, 19 de setembro de 2026

Boicotar as eleições da república burguesa corrupta e antidemocrática!

CCP - Coletivo Comunista Proletário
15/09/2026

Há muito tempo vem crescendo em amplos setores populares um sentimento de desprezo e mesmo de ódio contra as instituições da república burguesa e suas eleições. Sentimentos mais do que justificáveis face aos ataques e injustiças cometidas por essa república carcomida, que outra coisa não faz do que defender e perpetuar os interesses de classe dos exploradores em nosso país, resultando na piora contínua das condições de vida do povo. Não por acaso, a abstenção e o voto nulo crescem a cada eleição.

Governo, congresso e judiciário são os  denominados "três poderes" da democracia burguesa, são eles os responsáveis pelas medidas prejudiciais aos trabalhadores e, portanto, em favor da burguesia. Mais recentemente, foi o que ocorreu com as reformas da previdência e trabalhista, onde todas essas instituições estiveram envolvidas no sentido de fazer passar goela abaixo do povo a perda de direitos duramente conquistados, intensificando a super exploração da classe trabalhadora.

sexta-feira, 18 de setembro de 2026

A ofensiva imperialista de Trump na América Latina (Parte 1)

Coletivo Cem Flores
14/09/26



Os subservientes lambe-botas representantes políticos das burguesias vassalas da América Latina assistem o representante da burguesia imperialista dos EUA assinar seu novo pacto colonial (de novo tipo). Na foto: Irfaan Ali (Guiana), Bukele (El Salvador), Bessent (Secretário do Tesouro dos EUA), Abinader (República Dominicana), Kast (Chile), Persad-Bissessar (Trinidad e Tobago), Hegseth (Secretário da Guerra dos EUA), Mulino (Panamá), Trump (EUA), Milei (Argentina), Peña (Paraguai), Paz (Bolívia), Chaves (Costa Rica). Ficaram fora da foto, mas estavam presentes nessa vassalagem, Noboa (Equador) e Asfura (Honduras).

O sistema imperialista mundial é constituído por um complexo e contraditório conjunto de tendências e contra-tendências, com violentas disputas (econômicas, ideológicas, políticas e militares) por hegemonia entre as potências imperialistas, concorrência entre os grandes monopólios transnacionais e dominação sobre a absoluta maioria dos países. O atual e prologado cenário de crise do imperialismo agrava ainda mais essas contradições, com impactos diferenciados da crise nas distintas potências imperialistas e nos países dominados. Tendo como pano de fundo essa crise, desdobra-se a principal contradição interimperialista dos nossos tempos, a que opõe os EUA, a principal potência imperialista mundial, porém em declínio relativo, à China, potência imperialista ascendente, que desafia a hegemonia dos EUA em todos os terrenos.

Ao declínio relativo dos EUA no sistema imperialista mundial corresponde uma (desesperada) ofensiva dos seus monopólios e do seu estado e governos para manter/retomar sua hegemonia. Essa ofensiva se radicaliza e se torna mais autoritária e agressiva com a ausência de evidências do alcance dos seus objetivos. Os EUA lideram globalmente o processo no qual o imperialismo recorre a políticas internas e externas de extrema-direita, cada vez mais repressivas e violentas – sobretudo contra as classes trabalhadoras de seus próprios países e as dos demais países dominados. De forma crescente, e novamente, o imperialismo adota o fascismo como sua política.

quinta-feira, 17 de setembro de 2026

Rússia: comunistas contra a guerra imperialista




As eleições para a Duma Estatal ocorrerão em breve, de 18 a 20 de setembro. As autoridades, a serviço da oligarquia capitalista, estão fazendo de tudo para transformar isso em um referendo que apoie a continuação da guerra imperialista na Ucrânia. Apesar das dificuldades e da repressão, os comunistas se recusam a desistir e estão agindo para combater as políticas anti-operárias e nacionalistas das autoridades. Nos solidarizamos com nossos camaradas comunistas russos da OK (Organização Comunista). Publicamos a análise deles sobre a situação e expressamos nosso apoio internacionalista: Abaixo a guerra imperialista!

 Partido Comunista Revolucionário (França)

 


Declaração da Organização dos Comunistas Russos
de 10 de setembro sobre as eleições

De 18 a 20 de setembro de 2026, a Rússia realizará eleições para a Duma Estatal, a câmara baixa do Parlamento. A mídia estatal as apresenta como o evento político mais importante do ano. Diversos grupos, partidos e movimentos — tanto os que se declaram de esquerda quanto os comunistas — reagem de maneiras diferentes a essas eleições. Alguns defendem o voto nos candidatos comunistas oficiais, enquanto outros convocam um voto de protesto. No entanto, a grande maioria dos trabalhadores se mostra apática ou cética em relação a essas eleições. Analisando a situação da economia e da sociedade russa, a Organização dos Comunistas observa o seguinte: ao longo de 2026, a economia russa se deteriora em ritmo acelerado. O principal motivo é o crescente impacto da guerra. O déficit orçamentário federal para 2026 foi estimado em 3,786 trilhões de rublos (1,6% do PIB), mas em julho daquele ano já havia atingido 6,455 trilhões de rublos (2,8% do PIB). O Banco Central reduziu sua previsão de crescimento do PIB para 2026 para uma faixa entre 0,0% e 1,0%.

quarta-feira, 9 de setembro de 2026

O KKE sobre os resultados das eleições na Alemanha

Somente um movimento operário e popular revitalizado pode dar resposta à extrema-direita e às falsas polarizações.

Em um comunicado sobre os resultados das eleições na Alemanha, a Assessoria de Imprensa do Comitê Central do Partido Comunista da Grécia (KKE) observa o seguinte:

O ataque aos direitos dos trabalhadores e do povo pelas forças políticas burguesas, como o liberalismo, a social-democracia, a pseudoesquerda e outras, a intensificação das contradições sociais em todos os países num contexto de exploração capitalista e rivalidades imperialistas, aliada à ausência de um movimento operário e comunista forte e orientado para a classe, são os fatores que levam as forças populares desiludidas a aderirem ao populismo de extrema-direita e supostamente “anti-establishment” na Alemanha e em outros lugares.

Na verdade, em condições de preparação para a guerra, essas forças são ainda mais úteis ao sistema para disseminar o veneno do racismo e do nacionalismo entre os trabalhadores e o povo. Isso permite que o verdadeiro culpado, a política antipopular dominante, a UE do capital e da guerra — o próprio sistema capitalista — permaneça ileso. O povo, especialmente nas regiões da antiga República Democrática Alemã, sofreu as consequências dramáticas da queda do socialismo há 35 anos. É por isso que até mesmo forças populistas de extrema-direita, como o AfD, “vendem” nostalgia para cooptar a classe trabalhadora e as forças populares e integrá-las a planos reacionários. É nesse contexto que a UE cultiva a “teoria dos dois extremos”, uma teoria ahistórica que, em última análise, leva à absolvição das forças reacionárias e fascistas. Além disso, a UE apoia e fortalece consistentemente essas forças para servir a seus interesses geopolíticos e econômicos.

Somente um movimento operário e popular revitalizado, a luta de classes e a luta contra as causas profundas que alimentam essas correntes reacionárias e que têm a ver com a própria UE, as guerras imperialistas e as rivalidades imperialistas podem fornecer uma resposta à extrema-direita, bem como às dicotomias usuais, falidas e falsas que estão sendo estabelecidas.


Edição: Página 1917

Fonte: https://inter.kke.gr/en/m-article/The-KKE-on-the-election-results-in-Germany-Only-a-revitalized-workers-and-peoples-movement-can-provide-an-answer-to-the-far-right-and-falsepolarities/

domingo, 6 de setembro de 2026

Venezuela: os sionistas chegaram

Eva Garcia

Em termos de demonstrações de força, esta foi inesperada. Nada demonstra mais "músculo" do que realizar o impensável e colocar tropas das Forças de Defesa de Israel em solo venezuelano, antes um verdadeiro caldeirão antissionista, tudo sob o pretexto repugnante e claramente ardiloso de "reconstruir" a Venezuela.

 04.09.2026

 



Um antigo provérbio palestino adverte os necessitados contra o recurso a soluções prejudiciais: "Não bebas veneno para matar a sede", diz o provérbio.

Palavras sábias, sem dúvida. Mas apenas uma semana após o tremor de terra , alguns estavam com os ouvidos tão entupidos com estrelas e riscas que não o ouviram, preferindo engolir um veneno pútrido ao convidar sionistas genocidas para a Venezuela como parte da resposta pós-terremoto.

Em termos de demonstrações de força, esta foi inesperada. Nada demonstra mais "músculo" do que realizar o impensável e colocar tropas das Forças de Defesa de Israel em solo venezuelano, antes um verdadeiro caldeirão antissionista, tudo sob o pretexto repugnante e claramente ardiloso de "reconstruir" a Venezuela.

sexta-feira, 4 de setembro de 2026

O declínio da socialdemocracia na Venezuela


À luz da completa entrega dos recursos naturais da Venezuela aos EUA por meio do acordo assinado pelo governo socialdemocrata da presidente interina Delcy Rodríguez — que atuou como vice-presidente sob o governo de Nicolás Maduro, atualmente detido nos EUA após seu sequestro durante a inaceitável intervenção militar imperialista dos EUA em 3 de janeiro — surgiu uma profunda divisão entre os membros do Partido Social Democrata da Venezuela.

quinta-feira, 3 de setembro de 2026

Que democracia?

Editorial do Página 1917
03/09/2026




A democracia burguesa no Brasil vem sendo aperfeiçoada desde a constituição de 1988, mas não no sentido de ampliar e fortalecer as liberdades democráticas, muito pelo contrário, trataram de restringir através de uma série de medidas, qualquer possibilidade de ascensão via eleitoral de forças políticas hostis ao capitalismo. Essas forças anticapitalistas foram banidas dos espaços no rádio e televisão e dos debates entre candidatos, elas recebem migalhas do fundo eleitoral, enquanto os partidos burgueses dominantes no Congresso recebem fortunas. A isso chamam "democracia"?!!!

Qual o sentido dos partidos e organizações que se reivindicam comunistas e revolucionários, participarem dessa farsa eleitoral? Se o resultado tem sido legitimar este regime político corrupto e antidemocrático. Justamente quando a sucessão de escândalos torna as instituições desse regime político cada vez mais desprezadas pelas massas, o papel das forças da revolução deve ser o de expor todas as suas contradições, seu caráter de classe, demonstrando que o Estado burguês apodrecido serve ao domínio dos exploradores do proletariado, que é o inimigo a ser derrotado.

O chamado ao boicote dessas eleições, combinado com as reivindicações da classe trabalhadora e a denúncia sem tréguas de todo esse regime político burguês, poderia contribuir de maneira efetiva para o avanço da consciência de classe e da revolução proletária em nosso país.










terça-feira, 1 de setembro de 2026

Lênin: Marxismo e Reformismo (1913)

 Cem Flores 31.08.2026

Conselho de operários e operárias na fábrica Putilov, Rússia, 1920.

O capitalismo é a atual forma de exploração, dominação e repressão das massas trabalhadoras por uma pequena minoria de parasitas, que vivem no luxo, sem trabalhar. Nosso momento histórico é marcado, fundamentalmente, pela luta de classes da burguesia para sugar mais trabalho e riqueza alheios, de um lado, e pela luta de classes do proletariado e das massas dominadas para resistir e por um fim à sua vida de miséria e escravidão, de outro.

A história comprova que há apenas uma forma de vencer essa minoria e avançar para uma sociedade sem classes: a revolução rumo ao socialismo e ao comunismo. Essa revolução é resultado do aumento de organização e independência do proletariado e seus aliados, reforço de sua resistência e conquistas parciais, até a conquista do poder e a transição a outro modo de produção. Para os exploradores, essa revolução significa o fim de sua dominação, o risco maior a ser evitado. E, por isso, lançam mão de todo seu poder e violência, buscando reprimir ou desviar toda ação na luta de classes dos dominados que caminhe para a revolução.

Historicamente, surgiram diversos grupos e correntes políticos e ideológicos nas resistências e lutas das massas trabalhadoras que se colocam contrários à revolução. Na realidade, defendem a continuidade da dominação burguesa, do capitalismo. Isso ocorre por diversas razões: pela corrupção dos dominantes no seio dos dominados; pela ideologia burguesa que penetra e é propagada de diversas formas nas massas; pela presença e influência das camadas médias na luta do proletariado etc. Esses grupos e correntes são, objetivamente, inimigos a serem denunciados e combatidos pelo proletariado, entraves à sua luta e aos seus objetivos.

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