Índice de Seções

segunda-feira, 18 de março de 2019

Antonio Gramsci para interpretar, hacer, completar y concluir

Gramsci em Cuba

O Instituto Cubano de Investigación Cultural Juan Marinello promoveu um curso sobre a vida e o pensamento de Antonio Gramsci.
Abaixo reproduzimos a entrevista com um dos organizadores, o professor  Dayron Roque Lazo.

Rubén Padrón Garriga  |

El curso recientemente culminado en el ICIC Juan Marinello sobre la vida y el pensamiento revolucionarios de Antonio Gramsci, organizado por la cátedra que lleva su nombre, buscó rescatar al pensador italiano, no para repetir de memoria, sino para leer las contradicciones, interpretar, hacRer, completar, contribuir a la tarea de concluir la Revolución en Cuba y en América Latina y el Caribe.

Con este mismo objetivo, y para poner en diálogo algunas de las temáticas tratadas, conversamos con su profesor Dayron Roque Lazo[i]; quien trae al ruedo las aristas, concepciones y presupuestos más polémicos de esta figura indispensable dentro de las ciencias sociales.

Por qué, a la altura del siglo XXI, considera necesario recuperar el pensamiento de Antonio Gramsci?

En primer lugar porque las condiciones objetivas que dieron posibilidad a que surgiera y se desarrollara su pensamiento en el primer tercio del siglo XX no han desaparecido, al menos en términos estructurales. El capitalismo de inicios del siglo XXI se parece mucho al de hace un siglo, e, igual que entonces, sigue buscando salidas a su permanente crisis, directamente fascista o por el convencimiento.

En segundo lugar es importante destacar que Gramsci es un pensador comunista secuestrado por la derecha y olvidado por la izquierda en algunos momentos. Desde la tradición marxista nuestra es imprescindible rescatarlo, porque ese olvido tuvo que ver —entre otras causas— con los choques de su proyección ideológica contra el estalinismo, que no son sólo los crímenes de Stalin.

domingo, 18 de novembro de 2018

Outubro e nós (Parte III)


Ângelo Novo (*)



Caminhando um caminho novo

Passar diretamente da clandestinidade para o poder deixou Lenine um pouco tonto, segundo confidenciou na altura aos seus camaradas. Mas não perdeu muito tempo a meter-se ao trabalho, com os seus hábitos meticulosos de sempre. A 26 de outubro, no segundo dia do II Congresso dos Sovietes de Deputados Operários e Camponeses, foram aprovados os cruciais decretos (ukases) da paz e da terra. Lenine passou uma boa parte da noite anterior a redigir este último, baseando-o numa resenha das petições contidas nos mandatos aos deputados ao congresso dos sovietes camponeses, publicada nos respetivos Izvestia. Esperava deste modo erguer uma barreira de defesa da revolução de outubro absolutamente intransponível para os seus inimigos (1). E não se enganaria, embora tenha assim dado início a uma relação sinuosa e frequentemente desencontrada com as expetativas dos pequenos e médios camponeses russos.

quarta-feira, 7 de novembro de 2018

A Revolução dos Explorados

Lenin (discursando) e Trotsky (junto ao palanque).
   A Revolução Russa apontou o caminho para superar as calamidades provocadas pelo capitalismo, a instauração de um governo do povo trabalhador, o socialismo. Mas, decorridos 101 anos, o domínio burguês sobrevive no mundo, causando ainda mais miséria, violência e destruição. 
   A paz, a justiça e o progresso, tão almejados pela imensa maioria da humanidade, continuarão sendo uma utopia até que os explorados consigam se unir para colocar abaixo o poder dos parasitas burgueses.  


domingo, 4 de novembro de 2018

Abaixo o Horário de Verão

Ney Nunes

Trabalhadores a espera do ônibus na madrugada.

   Que me desculpem os adoradores do horário de verão, mas não consigo simpatizar com algo que sacrifica os que pegam na labuta mais cedo e, na sua maioria, moram longe dos seus locais de trabalho.
   Se acordavam três e meia ou quatro da madrugada, após a entrada em vigor do novo horário, passam a levantar antes das três da matina. Começam sua jornada enfrentando ruas escuras, desertas e perigosas até pegar a sua primeira condução.
   Esse pessoal é o tal do proletariado, simpatizo com eles.
   Abaixo o horário de verão!

                                                                                                                                     

Caro leitor, ajude a divulgar o Página 1917, compartilhe nossas publicações nas suas redes sociais.

Comentários ofensivos e falsidades não serão publicados.